
Amanhã, dia 25 de Junho, decorrerão 5 anos desde o desaparecimento do jovem soldado israelita, Gilad Shalit, então com 19 anos, que se acredita estar sob custódia do Hamas em Gaza.

Desde que foi tornado refém, Gilad Shalit tem sido mantido em Gaza, sob isolamento e privado de direitos básicos de acordo com o artigo terceiro da Convenção de Genebra. Nem o Comité Internacional da Cruz Vermelha, nem nenhuma outra organização humanitária conseguiu obter informações acerca do seu estado.
Tendo em conta o encorajador pacto de reconciliação entre o Hamas e a Fatah e como prova de boa fé deste acordo, a libertação de Gilad Shalit contribuirá definitivamente para o tão desejado processo de negociações construtivas, com vista à obtenção de uma paz duradoura no Médio Oriente.
Uma relação baseada na confiança entre Israelitas e Palestinianos é fulcral para o processo de paz que conduzirá à coexistência de dois Estados, vivendo lado a lado em Paz e Segurança. A libertação de Gilad Shalit criará, objectivamente, uma atmosfera positiva e de maior confiança entre as partes.
Nota de Imprensa no website do PPE (em inglês): http://www.eppgroup.eu/press/showpr.asp?prcontroldoctypeid=1&prcontrolid=10454&prcontentid=17645&prcontentlg=en











